- 2000 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora

- 1999 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora

Homenagem a
António Carqueijeiro


Clarete


- 1998 -

Vinha da Nora


- 1997 -

QMd'O Reserva


 
 
Os Vinhos
 
 
  Quinta do Monte d'Oiro
Reserva 1997
 
 
   
 
  • Tipo | Tinto Reserva
  • Graduação | 14% Vol
  • Castas | 95% Syrah e 5% Cinsaut
  • Estágio | 15 meses em barricas novas (100%) de carvalho francês

Opiniões e Críticas Publicadas

Richard Mayson, Decanter ("Southern Style"), Abril 2001
"O resultado é uma concentração sedutoramente madura, cor vermelha apimentada com notas de chocolate amargo, atingindo uns robustos 14 % de álcool. É ainda mais carregado e amplo, mais doce e sem aquele toque cortante do Chapoutier's 1995 Le Pavillon * que abrimos para comparar. Tudo indica que a metáfora do ouro passa por este monte."

* Um dos mais famosos Syrah da região de Hermitage (Cotes du Rhône) que Robert Parker classificou com 100 pontos e considerou "encarnar a perfeição absoluta".


Alfredo Saramago,
Epicur ("Monte d'Oiro, a paixão do vinho"), Nov 2001
"Considero o melhor monocasta que bebi em toda a minha vida e um dos melhores da minha colecção de memória. E é um vinho português! Devo isso à paixão que José Bento dos Santos tem pelo seu vinho."


David Lopes Ramos, Fugas - Público ("Vinhos do Monte d'Oiro"), 23 Junho 2001
"Vai ficar na história da viticultura portuguesa. Tem tudo - cor, concentração, complexidade aromática, harmonia, potência, amplitude de boca - o que é necessário para fazer dele um grande vinho cá e em qualquer parte. É um daqueles tintos que nos lavam a alma."


João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2000, Set 1999
Melhor Vinho Português de Casta Estrangeira: "Um tinto de grande mérito. O vinho apresenta uma enorme concentração, fruto do baixo rendimento por hectare que, intencionalmente, se obteve. Opaco na cor, evidencia a casta e a madeira onde estagiou. Tem uma concentração demolidora e uma arquitectura de boca férrea mas ao mesmo tempo elegante. Tem a energia da juventude mas nasceu já musculado. Um enorme Syrah, por qualquer padrão de comparação."


João Paulo Martins, 10 Anos de Provas, Vinhos de Portugal 2004, Out 2003
"Mantém todo o perfil esmagador que apresentou quando foi lançado, com uma concentração de aromas notável. Ganhou com o tempo um tom aveludado na boca que ainda evidencia mais a concentração que apresenta. Belo Syrah!"


José Peñín, Guía Peñín Magazine ("Los mejores vinos de Portugal... y del Mundo"), Dez 2003 / Jan 2004
"Elegante y potente a la vez muy rico en expresión varietal."


Gerard Margeon (Chef Sommelier dos Restaurantes de Alain Ducasse), Jan 2001
"Um vinho assaz notável de concentração sem que por isso entre numa espécie de 'sobre-concentração' inútil. De cor impressionante, boca cheia e muito precisa na sua estrutura tânica, bastante carnudo, boa persistência suportada pela fruta. A madeira é fina mas não omnipresente."


Philippe Faure-Brac (o melhor Sommelier du Monde 1992)
"Um vinho de cor muito bonita vermelho-púrpura, muito concentrado, de bela matéria/corpo, fino, generoso, de lágrimas abundantes. Ao nariz é ainda jovem, intenso, condimentado, um pouco apimentado, de aromas conjuntos, com uma componente evidente de frutos negros (cassis, amoras, morangos silvestres) e também aromas um pouco tostados e fumados. Existe aqui um lado gourmand e um lado confit, confitado ao nível da sua textura, uma certa 'doçura' final com os taninos bastante envolvidos; uma boca com uma bela aura. Acompanhará muito bem carnes grelhadas, pratos com molhos e caça. Serão seguramente necessários pratos enobrecidos para um vinho deste género. Trata-se de um grande vinho."


Alfredo Hervias y Mendizábal, Revista de Vinhos ("A paz no meio da cidade"), Abril 2002
"(...) o magnífico tinto escolhido, a grande revelação da Estremadura, o Quinta do Monte d'Oiro 1997. Decantado previamente, dava para adivinhar um vinhão naqueles copos pindéricos; mas depois, em casa, tive a oportunidade de o provar novamente para avaliá-lo com a dignidade merecida e mostrou-se esplêndido. É um Syrah ao nível dos grandes nomes da Côte Rôtie (…). Este tinto já nos predispõe pela sua cor e grande concentração, mas o que não estamos à espera é de tamanha elegância e harmonia. Isto que parece tão simples, é o totoloto dos produtores e, especialmente dos consumidores. Neste caso, havia vinho antes, durante e depois, pois uma vez engolido continuava lá a conversar connosco."


João Afonso, Revista de Vinhos ("Quinta do Monte d'Oiro"), Maio 2001
"(...) destacou-se pela concentração de cor, densidade de prova e rusticidade de estilo. (...) Mais uma vez se provava a magnitude do seu Reserva de 1997."


Hélder Pinho
, A Capital ("Quinta do Monte d'Oiro no Plaza Athenée"), 23 Março 2002
"Este vinho da casta Syrah, obra do Eng. Bento dos Santos, dá mais uma prova de toda a sua excelência."


Jancis Robinson, J.R. Prova os Melhores Vinhos Portugueses
"Há uma espessa e muito intensa cor de amora neste vinho que chegou aos 14% de álcool sem esforço aparente. (...) Este vinho é sedutoramente maduro, espesso e aveludado."


António Carró, 10 Grandes Vinhos Portugueses, Nov 2003
"Em 1997 (...) a Quinta do Monte d'Oiro deu à luz uma das melhores primeiras colheitas que alguma vez uma casa vinícola portuguesa terá conseguido realizar."


João Paulo Martins, Revista de Vinhos ("Estremadura: D.O.C. para quê?"), Julho 2000
"Tinto de enorme envergadura, mostra as potencialidades da região. Muito concentrado no aroma, notas de fruta madura, compota, tabaco e madeira. A boca mostra-nos um tinto vigoroso, quase pastoso, mas sem perder a elegância. Um grande Syrah por qualquer padrão."


International Wine Challenge 2000, Wine Magazine, Nov 2000
Silver Medal: "Com estilo, apresentando no nariz um complexo aroma de fruta e especiarias compotadas, muito concentrado e com um palato muito equilibrado que ganhará ainda mais complexidade com a idade."


Altos ("Oiro em Alenquer"), Pinheiros Altos, Jan-Mar 2002
"(…) um vinho denso, escuro, enorme em todos os parâmetros e com grande potencial de vida em garrafa."