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Tipo
| Tinto
Reserva
- Graduação
| 14% Vol
- Castas
| 95% Syrah e 5% Cinsaut
- Estágio
| 15 meses em barricas novas (100%)
de carvalho francês
Opiniões e Críticas Publicadas
Richard
Mayson, Decanter
("Southern Style"), Abril 2001
"O
resultado é uma concentração sedutoramente
madura, cor vermelha apimentada com notas de chocolate amargo,
atingindo uns robustos 14 % de álcool. É
ainda mais carregado e amplo, mais doce e sem aquele toque
cortante do Chapoutier's 1995 Le Pavillon *
que abrimos para comparar. Tudo indica que a metáfora
do ouro passa por este monte."
*
Um dos mais famosos Syrah da região de Hermitage
(Cotes du Rhône) que Robert Parker classificou
com 100 pontos e considerou "encarnar a perfeição
absoluta".
Alfredo Saramago, Epicur
("Monte d'Oiro, a paixão do vinho"), Nov
2001
"Considero
o melhor monocasta que bebi em toda a minha vida
e um dos melhores da minha colecção de memória.
E é um vinho português! Devo isso à
paixão que José Bento dos Santos tem pelo
seu vinho."
David Lopes Ramos,
Fugas - Público
("Vinhos do Monte d'Oiro"), 23 Junho 2001
"Vai
ficar na história da viticultura portuguesa.
Tem tudo - cor, concentração, complexidade
aromática, harmonia, potência, amplitude de
boca - o que é necessário para fazer dele
um grande vinho cá e em qualquer parte. É
um daqueles tintos que nos lavam a alma."
João Paulo Martins,
Vinhos
de Portugal 2000, Set 1999
Melhor
Vinho Português de Casta Estrangeira: "Um
tinto de grande mérito. O vinho apresenta uma enorme
concentração, fruto do baixo rendimento por
hectare que, intencionalmente, se obteve. Opaco na cor,
evidencia a casta e a madeira onde estagiou. Tem uma concentração
demolidora e uma arquitectura de boca férrea
mas ao mesmo tempo elegante. Tem a energia
da juventude mas nasceu já musculado. Um enorme Syrah,
por qualquer padrão de comparação."
João Paulo Martins,
10 Anos
de Provas, Vinhos de Portugal 2004,
Out 2003
"Mantém
todo o perfil esmagador que apresentou quando foi lançado,
com uma concentração de aromas notável.
Ganhou com o tempo um tom aveludado na boca que ainda evidencia
mais a concentração que apresenta. Belo
Syrah!"
José
Peñín,
Guía
Peñín Magazine
("Los mejores vinos de Portugal... y del Mundo"),
Dez 2003 / Jan 2004
"Elegante
y potente a la vez muy rico en expresión
varietal."
Gerard Margeon
(Chef Sommelier dos Restaurantes
de Alain Ducasse), Jan 2001
"Um
vinho assaz notável de concentração
sem que por isso entre numa espécie de 'sobre-concentração'
inútil. De cor impressionante, boca cheia e muito
precisa na sua estrutura tânica, bastante carnudo,
boa persistência suportada pela fruta. A madeira é
fina mas não omnipresente."
Philippe Faure-Brac
(o melhor Sommelier du Monde 1992)
"Um
vinho de cor muito bonita vermelho-púrpura, muito
concentrado, de bela matéria/corpo, fino, generoso,
de lágrimas abundantes. Ao nariz é ainda jovem,
intenso, condimentado, um pouco apimentado, de aromas conjuntos,
com uma componente evidente de frutos negros (cassis,
amoras, morangos silvestres) e também aromas um pouco
tostados e fumados. Existe aqui um lado gourmand
e um lado confit, confitado ao nível da
sua textura, uma certa 'doçura' final com os taninos
bastante envolvidos; uma boca com uma bela aura. Acompanhará
muito bem carnes grelhadas, pratos com molhos e caça.
Serão seguramente necessários pratos
enobrecidos para um vinho deste género.
Trata-se de um grande vinho."
Alfredo Hervias y Mendizábal,
Revista de Vinhos
("A paz no meio da cidade"), Abril 2002
"(...)
o magnífico tinto escolhido, a grande revelação
da Estremadura, o Quinta do Monte d'Oiro 1997. Decantado
previamente, dava para adivinhar um vinhão naqueles
copos pindéricos; mas depois, em casa, tive a oportunidade
de o provar novamente para avaliá-lo com a dignidade
merecida e mostrou-se esplêndido. É
um Syrah ao nível dos grandes nomes da Côte
Rôtie (…). Este tinto já nos
predispõe pela sua cor e grande concentração,
mas o que não estamos à espera é de
tamanha elegância e harmonia. Isto
que parece tão simples, é o totoloto dos produtores
e, especialmente dos consumidores. Neste caso, havia vinho
antes, durante e depois, pois uma vez engolido continuava
lá a conversar connosco."
João Afonso,
Revista de Vinhos
("Quinta do Monte d'Oiro"), Maio 2001
"(...)
destacou-se pela concentração de cor, densidade
de prova e rusticidade de estilo. (...) Mais uma vez se
provava a magnitude do seu Reserva de 1997."
Hélder Pinho, A
Capital ("Quinta do Monte d'Oiro no Plaza
Athenée"), 23 Março 2002
"Este
vinho da casta Syrah, obra do Eng. Bento dos Santos, dá
mais uma prova de toda a sua excelência."
Jancis Robinson,
J.R. Prova os Melhores Vinhos Portugueses
"Há
uma espessa e muito intensa cor de amora neste vinho que
chegou aos 14% de álcool sem esforço aparente.
(...) Este vinho é sedutoramente maduro,
espesso e aveludado."
António Carró,
10 Grandes Vinhos Portugueses,
Nov 2003
"Em
1997 (...) a Quinta do Monte d'Oiro deu à luz uma
das melhores primeiras colheitas que alguma vez
uma casa vinícola portuguesa terá conseguido
realizar."
João Paulo Martins,
Revista
de Vinhos ("Estremadura: D.O.C. para
quê?"), Julho 2000
"Tinto de enorme envergadura, mostra as potencialidades
da região. Muito concentrado no aroma, notas de fruta
madura, compota, tabaco e madeira. A boca mostra-nos um
tinto vigoroso, quase pastoso, mas sem perder a elegância.
Um grande Syrah por qualquer padrão."
International Wine Challenge
2000, Wine
Magazine, Nov 2000
Silver
Medal: "Com estilo, apresentando no nariz um complexo
aroma de fruta e especiarias compotadas, muito concentrado
e com um palato muito equilibrado que ganhará
ainda mais complexidade com a idade."
Altos ("Oiro
em Alenquer"), Pinheiros Altos, Jan-Mar 2002
"(…)
um vinho denso, escuro, enorme em todos os parâmetros
e com grande potencial de vida em garrafa."
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