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Tipo
| Tinto
Reserva
- Graduação
| 13% Vol
- Castas
| 96% Syrah e 4% Viognier
- Estágio
| 18 meses em barricas novas (100%)
de carvalho francês e mais de 1 ano (15 meses) em
garrafa
Opiniões e Críticas Publicadas
João
Paulo Martins, Vinhos
de Portugal 2004,
Out 2003
Os Melhores
do Ano: "A casta Syrah mostra aqui, mais uma
vez, toda a sua potência e vigor quando não
se deixa que produza muito. O vinho é
(...) exemplar, na perfeição
dos aromas e na contagiante elegância
da prova de boca."
João
Afonso, Anuário de Vinhos
2004,
Set 2003
"Fresco
e floral. Alfazema, fruto de cereja, chocolate, especiarias
várias, toque de cabedal. Fino, fresco e
muito equilibrado na boca, nada em excesso. O vinho
sobrepõe-se à barrica que está muito
bem integrada, sólidos e duradouros taninos e um
longo final especiado. 'Terroir' também se
lê neste vinho."
David Lopes Ramos,
Fugas - Público
("A excelência"),
1 Nov 2003
"(...) está
riquíssimo, de aroma sofisticado e corpo
de grande elegância."
Saul Galvão,
Gula
("O gourmet que faz vinhos"), Ago 2004
"Fiquei entusiasmado.
Julguei-o complexo, difícil de definir,
com toques de especiarias, de alcaçuz, de bala de
café, algo de animal e muita fruta. É
um tinto de luxo (...)."
Fernando
Sobral, Privado
- Jornal de Negócios ("Néctar
de oiro"), 7 Nov 2003
"O
seu aroma muito frutado é extremamente aliciante
e tudo nos mostra como estamos perante um vinho que vai
ainda ter uma vida dilatada. É uma boa forma
de se começar a descobrir toda a riqueza dos vinhos
da Quinta do Monte D'Oiro."
Manuel Gonçalves da
Silva, Boa
Mesa ("Boas Festas com bom vinho"),
Dez 2003
"Belíssima cor e uma enorme riqueza aromática.
Na boca é cheio, redondo, com taninos muito finos,
num conjunto complexo e elegante. Grande
vinho em qualquer parte do mundo!."
Virgílio Loureiro,
Clube de Vinhos ("Novidades
do trimestre"), Continente, Nov 2003
"Um dos melhores
tintos portugueses! (...)
A cor é rubi-carregada, com nuances vermelhas, próprias
do estágio prolongado em madeira e da sua evolução.
O aroma é rico, com notas de frutos
pretos, de alcatrão, de especiarias e de excelente
madeira, bem integrada no conjunto. Na boca é
uma delícia, primando pela concentração
de taninos bem maduros e secos, que fazem lembrar o gosto
do chocolate preto, pelo equilíbrio,
onde nada destoa do conjunto, pela complexidade,
fruto da riqueza de aromas retronasais, e pelo seu final
longo e inebriante. Um tinto para nos extasiarmos
durante muitos anos."
Aníbal Coutinho,
Evasões
("Carta de Vinhos"), Abril 2004
"De cor rubi intensa, a concentração
continua no lançamento de aromas, em equilíbrio.
As notas apimentadas típicas da Syrah combinam com
aromas de frutos negros maduros e de alperce. Anis, baunilha,
fumo e bálsamo, reveladores de madeira muito fina
e bem dominada. Na agitação emergem flores
e terra. A boca amplia o nariz, revelando um vinho de corpo
amplo e com longevidade promissora dada
a panóplia de taninos. O fim de boca é longo,
persistente e sem individualismos.
Gastronomia: Servir a 18-20 ºC. Carnes de quinta, caça
de penas, pratos de carpóforos. Companhia
ideal para um risotto de trufas e foie-gras."
Luís Antunes,
Revista de Vinhos ("Agora
é que é!"), Nov 2003
"Côr carmim escura,
concentrado. Aroma com boa profundidade,
fruta escondida, chocolate, um pouco de caramelo mentolado,
um toque salgado. Complexo. Na boca tem
extracção elevada, boa acidez. Excelente ataque,
amplo e gordo. Final longo, intenso. (...) é
um vinho para guardar.
A presença forte da carne [chevreuil assado,
sauce grand veneur] marca o passo, mas o [vinho]
é um par poderoso. Abrindo-se com
o tempo no copo, mais e mais complexo, vai ganhando protagonismo
no confronto com o prato, que o escuda e faz vibrar."
Luís Herédia,
Jornal Tribuna de Macau,
18 Dez 2003
"Este é um vinho
que promete."
João
Paulo Martins, Vinhos
de Portugal 2003,
Set 2002
"O aroma
reflecte muito bem a casta, na sua vertente de aroma a fruta,
com compota e uma boa austeridade. Na boca está um
belo tinto, primando pela generosidade da fruta,
com taninos finos e uma elegância notória.
A beber com muito prazer."
João Afonso,
A Minha Selecção
2003,
Set 2002
"Musculado
e cheio. Cedro, pinho, anis, cereja, mineral e
especiarias. Pleno de fruta na boca, taninos maduros e doces,
mastigável e um longo e generoso final."
17ª Feira do Vinho,
Pingo Doce, Set 2003
Raros e Preciosos:
“(...) a mais recente colheita deste vinho tão
procurado e aplaudido pelos apreciadores.
Denso, elegante, opulento, é um exemplo da casta
Syrah elevada à sua máxima expressão."
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