- 2000 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora


- 1999 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora

Homenagem a
António Carqueijeiro


Clarete


- 1998 -

Vinha da Nora


- 1997 -

QMd'O Reserva


 
 
Os Vinhos
 
 
  Quinta do Monte d'Oiro
Reserva 2000
 
 
   
 
  • Tipo | Tinto Reserva
  • Graduação | 13% Vol
  • Castas | 96% Syrah e 4% Viognier
  • Estágio | 18 meses em barricas novas (100%) de carvalho francês e mais de 1 ano (15 meses) em garrafa

Opiniões e Críticas Publicadas

João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2004, Out 2003
Os Melhores do Ano: "A casta Syrah mostra aqui, mais uma vez, toda a sua potência e vigor quando não se deixa que produza muito. O vinho é (...) exemplar, na perfeição dos aromas e na contagiante elegância da prova de boca."


João Afonso, Anuário de Vinhos 2004, Set 2003
"Fresco e floral. Alfazema, fruto de cereja, chocolate, especiarias várias, toque de cabedal. Fino, fresco e muito equilibrado na boca, nada em excesso. O vinho sobrepõe-se à barrica que está muito bem integrada, sólidos e duradouros taninos e um longo final especiado. 'Terroir' também se lê neste vinho."


David Lopes Ramos, Fugas - Público ("A excelência"), 1 Nov 2003
"(...) está riquíssimo, de aroma sofisticado e corpo de grande elegância."


Saul Galvão, Gula ("O gourmet que faz vinhos"), Ago 2004
"Fiquei entusiasmado. Julguei-o complexo, difícil de definir, com toques de especiarias, de alcaçuz, de bala de café, algo de animal e muita fruta. É um tinto de luxo (...)."


Fernando Sobral, Privado - Jornal de Negócios ("Néctar de oiro"), 7 Nov 2003
"O seu aroma muito frutado é extremamente aliciante e tudo nos mostra como estamos perante um vinho que vai ainda ter uma vida dilatada. É uma boa forma de se começar a descobrir toda a riqueza dos vinhos da Quinta do Monte D'Oiro."


Manuel Gonçalves da Silva, Boa Mesa ("Boas Festas com bom vinho"), Dez 2003
"Belíssima cor e uma enorme riqueza aromática. Na boca é cheio, redondo, com taninos muito finos, num conjunto complexo e elegante. Grande vinho em qualquer parte do mundo!."


Virgílio Loureiro, Clube de Vinhos ("Novidades do trimestre"), Continente, Nov 2003
"Um dos melhores tintos portugueses!
(...) A cor é rubi-carregada, com nuances vermelhas, próprias do estágio prolongado em madeira e da sua evolução. O aroma é rico, com notas de frutos pretos, de alcatrão, de especiarias e de excelente madeira, bem integrada no conjunto. Na boca é uma delícia, primando pela concentração de taninos bem maduros e secos, que fazem lembrar o gosto do chocolate preto, pelo equilíbrio, onde nada destoa do conjunto, pela complexidade, fruto da riqueza de aromas retronasais, e pelo seu final longo e inebriante. Um tinto para nos extasiarmos durante muitos anos."


Aníbal Coutinho, Evasões ("Carta de Vinhos"), Abril 2004
"De cor rubi intensa, a concentração continua no lançamento de aromas, em equilíbrio. As notas apimentadas típicas da Syrah combinam com aromas de frutos negros maduros e de alperce. Anis, baunilha, fumo e bálsamo, reveladores de madeira muito fina e bem dominada. Na agitação emergem flores e terra. A boca amplia o nariz, revelando um vinho de corpo amplo e com longevidade promissora dada a panóplia de taninos. O fim de boca é longo, persistente e sem individualismos.
Gastronomia: Servir a 18-20 ºC. Carnes de quinta, caça de penas, pratos de carpóforos. Companhia ideal para um risotto de trufas e foie-gras."


Luís Antunes, Revista de Vinhos ("Agora é que é!"), Nov 2003
"Côr carmim escura, concentrado. Aroma com boa profundidade, fruta escondida, chocolate, um pouco de caramelo mentolado, um toque salgado. Complexo. Na boca tem extracção elevada, boa acidez. Excelente ataque, amplo e gordo. Final longo, intenso. (...) é um vinho para guardar.
A presença forte da carne [chevreuil assado, sauce grand veneur] marca o passo, mas o [vinho] é um par poderoso. Abrindo-se com o tempo no copo, mais e mais complexo, vai ganhando protagonismo no confronto com o prato, que o escuda e faz vibrar."


Luís Herédia
, Jornal Tribuna de Macau
, 18 Dez 2003
"Este é um vinho que promete."


João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2003, Set 2002
"O aroma reflecte muito bem a casta, na sua vertente de aroma a fruta, com compota e uma boa austeridade. Na boca está um belo tinto, primando pela generosidade da fruta, com taninos finos e uma elegância notória. A beber com muito prazer."


João Afonso, A Minha Selecção 2003, Set 2002
"Musculado e cheio. Cedro, pinho, anis, cereja, mineral e especiarias. Pleno de fruta na boca, taninos maduros e doces, mastigável e um longo e generoso final."


17ª Feira do Vinho
, Pingo Doce, Set 2003
Raros e Preciosos: “(...) a mais recente colheita deste vinho tão procurado e aplaudido pelos apreciadores. Denso, elegante, opulento, é um exemplo da casta Syrah elevada à sua máxima expressão."