- 2000 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora

- 1999 -

QMd'O Reserva

Vinha da Nora

Homenagem a
António Carqueijeiro


Clarete


- 1998 -

Vinha da Nora


- 1997 -

QMd'O Reserva


 
 
Os Vinhos
 
 
  Quinta do Monte d'Oiro
Homenagem a António Carqueijeiro 1999
 
 
   
 

Uma Amizade: um Vinho
Video em Flash 6 - Realização: Mandala

video - qualidade normal (2,5 Mb)
video - qualidade elevada (6,1 Mb)

  • Tipo | Tinto
  • Graduação | 13% Vol
  • Castas | 94% Syrah e 6% Viognier
  • Estágio | Passou duas vezes por barricas totalmente novas de carvalho francês Seguin Moreau (9 meses em cada barrica nova, num total de 18 meses). Ou seja, tem 200% de madeira nova. Estagiou ainda mais de 1 ano em garrafa antes do seu lançamento no mercado.

Rótulo

O António Mário foi e será o Amigo. A sua rara e fina inteligência, a sua natural e enorme classe, a sua transbordante e irresistível alegria, foram uma constante de quem tanto amou a vida, tanto a viveu e tanto a partilhou com os amigos. O seu incondicional apoio nas horas difíceis, a sua proverbial camaradagem nos momentos felizes, a sua requintada sensibilidade epicurista, que sempre e tão bem me soube transmitir, foram o ponto de partida, o incentivo e o que me motivou a dar vida ao actual projecto vitivinícola da Quinta do Monte d'Oiro. Esta é a minha homenagem, tão singela quanto a grandeza da sua alma e do seu coração.

José Bento dos Santos

O retrato de António Carqueijeiro foi gentilmente executado por Joaquim Ramada.


Opiniões e Críticas Publicadas

Amaya Cervera, Sibaritas ("Duelo ibérico"), Revista Futuro, Dez 2002
"El ganador, un exótico tinto de Syrah: (...) Los catadores portugueses quedaron encadilados por su carácter floral, la madera muy bien integrada y un original toque de violeta. Los españoles descubrieron rasgos minerales y de monte bajo, valoraron la perfecta conjunción de madera y fruta, y la boca envolvente y poderosa a la vez."


David Lopes Ramos, Fugas - Público
("Subir aos Céus com o Monte D'Oiro"), 14 Dez 2002
"Fixem este nome, caso apreciem vinhos tintos. Pensado e elaborado em Portugal, tem qualidade bastante para o confronto com os melhores vinhos do mundo. (...)
A vitória (...) não é obra do acaso. É fruto do saber e do querer de José Bento dos Santos que criou, na sua bela Quinta do Monte D'Oiro, as condições necessárias para o efeito.
(...) Trata-se de um tinto com capacidade de criação de momentos de grande e raro prazer. Extremamente concentrado nas suas componentes visual, aromática e de paladar, é um tinto raro e precioso, com um perfil exótico. É carnudo, sensual, esbelto e vigoroso de corpo, sedutor, fino, harmonioso, com um final intenso, longo, persistente. Com mais uma qualidade: pode ser bebido desde já, mas tem características que lhe auguram uma favorável evolução em garrafa pelo menos durante os próximos 10 anos. Aprecia a companhia de trufas, seja das francesas, seja das italianas de Alba. Também não desdenha a galinhola, o fidalgo!"


Manuel Gonçalves da Silva
, Exame
("Carqueijeiro 1999: Gosto sentido"), 26 Junho 2002
"Este vinho tem uma estrutura grandiosa, à medida da devoção com que foi feito, em homenagem a um grande homem.
À casta tinta Syrah foi buscar a cor intensa, o aroma a frutos pretos, os taninos firmes; da casta branca Viognier herdou o belíssimo perfume e a textura sedosa e rica. Ficou um modelo de elegância e harmonia. Apresenta-se exuberante no nariz e opulento na boca, com um final muito longo e persistente. Só um vinho tão nobre como este teria as características adequadas para homenagear António Mário Carqueijeiro.
(...) é um vinho de grande gabarito, ao mesmo tempo poderoso, carnudo, subtil, intenso, enfim, de grande complexidade. Está pronto para ser bebido e apetece, mas... se ficar na garrafa por mais uns bons anos, até atingir o seu apogeu, promete uma boa recompensa."


João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2003, Set 2002
Os Melhores do Ano: “[Um vinho] a todos os títulos notável (...). O resultado é um vinho delicado, marcado pela madeira mas com uma concentração enorme, só possível com a ínfima produção por hectare que tem. Para além do Syrah também tem um pouco de Viognier mas apenas como condimento no lote final. É difícil esquecermo-nos deste tinto."


Guilherme Rodrigues, Gula ("Degustação"), Nov 2003
"Belíssimo tinto, muito perfumado, complexo. Tem beleza exótica e elegante. Encorpado, refinado, especiarias, café, cacau, balsâmico, baunilha, na dose certa, temperam mas não se sobrepõem ao delicioso frutado lembrando morango e figo muito maduros. De longe, o melhor Syrah português, à altura dos célebres vinhos de Hermitage e Côte-Rotie."


Luis Gutiérrez, Jens Riis, Juan Manuel Ibáñez, www.elmundovino.com
("Homenagem a António Carqueijeiro"), Março 2003
"Guinda picota, prácticamente opaco. Aroma de buena intensidad, con notas tostadas en primer plano que continúan con recuerdos de frutas rojas, cera y polen y un fondo de aceituna negra. En boca es rico, sabroso, con acidez equilibrada, mucha fruta, fácil de beber y con una gran persistencia."


José Peñín
,
Guía Peñín Magazine
("Los mejores vinos de Portugal... y del Mundo"), Dez 2003 / Jan 2004
"Resalta algo la madera, toques de ebanistería, tostado, maduro."


Revista de Vinhos
("Prémios de Excelência"), Fev 2003
"Este tinto é um vinho de convicção. (...) Fica o consumidor a saber que em Alenquer também se pode fazer vinho de 'recorte' francês com grande nível."


João Afonso, Anuário de Vinhos 2004
, Set 2003
"Muito maduro e opulento no aroma. Cheio de fruto e aromas complexos e intensos de boa barrica de estágio; muita especiaria, chocolate, caixa de charuto. Na boca é amplo e quente e sem perder frescura e notas balsâmicas, taninos muito sólidos, requinte e madurez são as palavras chave deste produto da natureza."


Hélder Pinho, A Capital ("Vinhos d'Oiro "), 2 Fev 2003
"De aroma e sabor subtis mas poderosos. Sedoso mas intenso, insinua-se na boca de forma expressiva, omnipresente, contudo, suave."


Manuel Ferreira de Castro, Homem Magazine
("Bons beberes"), Fev 2003
"Um tinto talvez único. Muito concentrado nas suas componentes visual, aromática e de paladar (...). Um tinto de perfil exótico e mérito excepcional (...)."


António Carró, 10 Grandes Vinhos Portugueses, Nov 2003
"(...) é inesquecível pela sua arquitectura grandiosa. Exemplo nobre de elegância e harmonia é, ao mesmo tempo, poderoso e subtil, sendo que a degustação de hoje pode ser altamente enriquecida se o deixarmos repousar na garrafa durante um bom par de anos.
Além de toda a sua caracterização de aromas, paladares e cores, este vinho reserva-nos outros tesouros. Tratando-se de uma homenagem a um grande homem (...), não bastam os cinco sentidos para apreciar este tinto. Ele exige-nos um sexto sentido, o dos afectos. Este Monte d'Oiro vem provar que não basta sabedoria e técnica para produzir um grande vinho, é preciso também paixão, uma razão maior."


Saul Galvão, Gula ("O gourmet que faz vinhos"), Ago 2004
"É um tinto maravilhoso. (...) um tinto complexo, com belíssimo equilíbrio entre fruta e madeira, redondo e muito longo."


Ennio Federico, Gula ("Degustação"), Nov 2003
"Muita fruta, bem equilibrado, elegante, final longo."


David Lopes Ramos, Fugas - Público ("Soltas"), 21 Set 2002
"(...) um grandíssimo tinto que resume toda a filosofia de produção dessa figura singular de 'gourmet', sibarita, homem de cultura e empresário que é José Bento dos Santos (...)."


João Paulo Martins, Rotas do Vinho - Expresso ("No topo"), 2 Ago 2003
"Este tinto (...) tornou-se um objecto de culto. Cuidado extremo na selecção das uvas, pequena produção por cepa e grande rigor na adega deram origem a um tinto de rara concentração, muito rico de aromas e com forte presença da madeira nova onde estagiou."


João Paulo Martins
, Revista de Vinhos
("Novas Regiões"), Set 2002
"O aroma está com boa presença da madeira, que aparece aqui no melhor da sua qualidade, e o fruto é muito denso mas elegante. A grande concentração revela-se também na boca, já que o vinho se mastiga e tem um final muito, muito longo. Um vinho de grande classe."


João Afonso, A Minha Selecção 2003, Set 2002
"Um grande tinto. (...) As resinas de madeiras (cedro e carvalho) dominam ainda o aroma repleto de especiarias com fruto bem maduro num estilo fresco e estimulante. Solidamente estruturado, cheio de especiarias, taninos finos e bem firmes, fruto sóbrio e um final muito longo (...)."


16ª Feira do Vinho
, Pingo Doce, Set 2002
Raros e Preciosos: “(...) este tinto opulento e poderoso é o mais raro (e para muitos o melhor) dos vinhos da Quinta do Monte d’Oiro."