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Uma Amizade: um Vinho
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Tipo
| Tinto
- Graduação
| 13% Vol
- Castas
| 94% Syrah e 6% Viognier
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Estágio
| Passou duas vezes por barricas
totalmente novas de carvalho francês Seguin
Moreau (9 meses em cada barrica nova, num total
de 18 meses). Ou seja, tem 200% de madeira nova. Estagiou
ainda mais de 1 ano em garrafa antes do seu lançamento
no mercado.
Rótulo
O
António Mário foi e será o Amigo. A
sua rara e fina inteligência, a sua natural e enorme
classe, a sua transbordante e irresistível alegria,
foram uma constante de quem tanto amou a vida, tanto a viveu
e tanto a partilhou com os amigos. O seu incondicional apoio
nas horas difíceis, a sua proverbial camaradagem
nos momentos felizes, a sua requintada sensibilidade epicurista,
que sempre e tão bem me soube transmitir, foram o
ponto de partida, o incentivo e o que me motivou a dar vida
ao actual projecto vitivinícola da Quinta do Monte
d'Oiro. Esta é a minha homenagem, tão singela
quanto a grandeza da sua alma e do seu coração.
José
Bento dos Santos
O
retrato de António Carqueijeiro foi gentilmente executado
por Joaquim Ramada.
Opiniões e Críticas Publicadas
Amaya Cervera,
Sibaritas
("Duelo ibérico"), Revista Futuro,
Dez 2002
"El ganador,
un exótico tinto de Syrah: (...) Los catadores portugueses
quedaron encadilados por su carácter floral, la madera
muy bien integrada y un original toque de violeta.
Los españoles descubrieron rasgos minerales
y de monte bajo, valoraron la perfecta conjunción
de madera y fruta, y la boca envolvente y poderosa
a la vez."
David Lopes Ramos,
Fugas - Público
("Subir
aos Céus com o Monte D'Oiro"), 14 Dez 2002
"Fixem
este nome, caso apreciem vinhos tintos. Pensado e elaborado
em Portugal, tem qualidade bastante para o confronto
com os melhores vinhos do mundo. (...)
A vitória (...) não é obra do acaso.
É fruto do saber e do querer de José Bento
dos Santos que criou, na sua bela Quinta do Monte D'Oiro,
as condições necessárias para o efeito.
(...) Trata-se de um tinto com capacidade de criação
de momentos de grande e raro prazer. Extremamente
concentrado nas suas componentes visual, aromática
e de paladar, é um tinto raro e precioso,
com um perfil exótico. É carnudo,
sensual, esbelto e vigoroso de corpo, sedutor, fino, harmonioso,
com um final intenso, longo, persistente. Com mais uma qualidade:
pode ser bebido desde já, mas tem características
que lhe auguram uma favorável evolução
em garrafa pelo menos durante os próximos 10 anos.
Aprecia a companhia de trufas, seja das
francesas, seja das italianas de Alba. Também
não desdenha a galinhola, o fidalgo!"
Manuel Gonçalves da Silva,
Exame ("Carqueijeiro
1999: Gosto sentido"),
26 Junho 2002
"Este
vinho tem uma estrutura grandiosa, à medida
da devoção com que foi feito, em homenagem
a um grande homem.
À casta tinta Syrah foi buscar a cor intensa, o aroma
a frutos pretos, os taninos firmes; da casta branca Viognier
herdou o belíssimo perfume e a textura sedosa e rica.
Ficou um modelo de elegância e harmonia.
Apresenta-se exuberante no nariz e opulento na boca, com
um final muito longo e persistente. Só um
vinho tão nobre como este teria as características
adequadas para homenagear António Mário Carqueijeiro.
(...) é um vinho de grande gabarito, ao mesmo tempo
poderoso, carnudo, subtil, intenso, enfim, de grande complexidade.
Está pronto para ser bebido e apetece, mas... se
ficar na garrafa por mais uns bons anos, até atingir
o seu apogeu, promete uma boa recompensa."
João Paulo
Martins, Vinhos
de Portugal 2003,
Set 2002
Os Melhores
do Ano: “[Um vinho] a todos os títulos
notável (...). O resultado é um vinho
delicado, marcado pela madeira mas com uma concentração
enorme, só possível com a
ínfima produção por hectare que
tem. Para além do Syrah também tem um pouco
de Viognier mas apenas como condimento no lote final. É
difícil esquecermo-nos deste tinto."
Guilherme
Rodrigues, Gula
("Degustação"), Nov 2003
"Belíssimo
tinto, muito perfumado, complexo. Tem beleza exótica
e elegante. Encorpado, refinado, especiarias, café,
cacau, balsâmico, baunilha, na dose certa, temperam
mas não se sobrepõem ao delicioso frutado
lembrando morango e figo muito maduros. De longe,
o melhor Syrah português, à
altura dos célebres vinhos de Hermitage e Côte-Rotie."
Luis
Gutiérrez, Jens Riis, Juan Manuel Ibáñez,
www.elmundovino.com
("Homenagem
a António Carqueijeiro"), Março 2003
"Guinda picota, prácticamente
opaco. Aroma de buena intensidad, con notas tostadas en
primer plano que continúan con recuerdos de frutas
rojas, cera y polen y un fondo de aceituna negra. En boca
es rico, sabroso, con acidez equilibrada, mucha fruta, fácil
de beber y con una gran persistencia."
José Peñín,
Guía
Peñín Magazine
("Los
mejores vinos de Portugal... y del Mundo"), Dez 2003
/ Jan 2004
"Resalta
algo la madera, toques de ebanistería, tostado, maduro."
Revista de Vinhos
("Prémios de Excelência"), Fev 2003
"Este
tinto é um vinho de convicção.
(...) Fica o consumidor a saber que em Alenquer também
se pode fazer vinho de 'recorte' francês
com grande nível."
João
Afonso, Anuário
de Vinhos 2004,
Set 2003
"Muito
maduro e opulento no aroma. Cheio de fruto e aromas
complexos e intensos de boa barrica de estágio;
muita especiaria, chocolate, caixa de charuto. Na boca é
amplo e quente e sem perder frescura e notas balsâmicas,
taninos muito sólidos, requinte e madurez
são as palavras chave deste produto da natureza."
Hélder
Pinho, A Capital
("Vinhos
d'Oiro "), 2 Fev 2003
"De aroma
e sabor subtis mas poderosos. Sedoso mas intenso, insinua-se
na boca de forma expressiva, omnipresente, contudo, suave."
Manuel Ferreira de Castro,
Homem Magazine
("Bons beberes"), Fev 2003
"Um tinto
talvez único. Muito concentrado
nas suas componentes visual, aromática e de paladar
(...). Um tinto de perfil exótico e mérito
excepcional (...)."
António Carró,
10 Grandes Vinhos Portugueses,
Nov 2003
"(...)
é inesquecível pela sua arquitectura
grandiosa. Exemplo nobre de elegância
e harmonia é, ao mesmo tempo, poderoso e
subtil, sendo que a degustação de hoje pode
ser altamente enriquecida se o deixarmos repousar na garrafa
durante um bom par de anos.
Além de toda a sua caracterização de
aromas, paladares e cores, este vinho reserva-nos outros
tesouros. Tratando-se de uma homenagem a um grande homem
(...), não bastam os cinco sentidos para
apreciar este tinto. Ele exige-nos um sexto sentido,
o dos afectos. Este Monte d'Oiro vem provar que não
basta sabedoria e técnica para produzir um grande
vinho, é preciso também paixão, uma
razão maior."
Saul
Galvão, Gula
("O gourmet que faz vinhos"), Ago 2004
"É
um tinto maravilhoso. (...) um tinto complexo,
com belíssimo equilíbrio
entre fruta e madeira, redondo e muito longo."
Ennio
Federico, Gula
("Degustação"), Nov 2003
"Muita fruta, bem
equilibrado, elegante, final longo."
David
Lopes Ramos, Fugas
- Público
("Soltas"),
21 Set 2002
"(...)
um grandíssimo tinto que resume toda a filosofia
de produção dessa figura singular
de 'gourmet', sibarita, homem de cultura e empresário
que é José Bento dos Santos (...)."
João
Paulo Martins, Rotas
do Vinho - Expresso
("No topo"), 2 Ago 2003
"Este tinto
(...) tornou-se um objecto de culto. Cuidado
extremo na selecção das uvas, pequena produção
por cepa e grande rigor na adega deram origem a um
tinto de rara concentração, muito
rico de aromas e com forte presença da madeira nova
onde estagiou."
João Paulo Martins,
Revista
de Vinhos
("Novas Regiões"), Set 2002
"O aroma
está com boa presença da madeira, que aparece
aqui no melhor da sua qualidade, e o fruto é muito
denso mas elegante. A grande concentração
revela-se também na boca, já que o vinho se
mastiga e tem um final muito, muito longo. Um vinho
de grande classe."
João
Afonso, A Minha
Selecção 2003,
Set 2002
"Um
grande tinto. (...) As resinas de madeiras (cedro
e carvalho) dominam ainda o aroma repleto de especiarias
com fruto bem maduro num estilo fresco e estimulante. Solidamente
estruturado, cheio de especiarias, taninos finos
e bem firmes, fruto sóbrio e um final muito longo
(...)."
16ª Feira do Vinho,
Pingo Doce, Set 2002
Raros e Preciosos:
“(...) este tinto opulento e poderoso é o mais
raro (e para muitos o melhor) dos vinhos da Quinta do Monte
d’Oiro."

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